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Archive for the ‘PT’ Category

Em 2009, o marqueteiro da campanha vitoriosa de Lula foi chamado à El Salvador para comandar o programa de TV, do candidato da FMLN (Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional). A identidade entre as duas campanhas, vão muito além da histórica identidade entre o Partido dos Trabalhadores e a FMLN, como fica patente nas vinhetas das duas campanhas.

 

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Documento para debate interno no PT, elaborado por militantes petistas de diversascorrentes internas para diálogo com a direção e militância do partido.

1. O Partido dos Trabalhadores foi forjado nas lutas democráticas, por justiça social no Brasil. O PT construiu sua trajetória, ao longo dos anos, calcado na luta das ruas e, nos últimos 10 anos, com Lula e Dilma à frente da Presidência da República. Apresentamos políticas governamentais que elevaram a qualidade de vida do povo brasileiro, ajudando a elevar sua condição econômica, social, cultural e tirando milhões de famílias da miséria. Isso nos enche de orgulho como militantes petistas!

2. Porém, nosso partido ficou aquém da capacidade de compreender a necessidade de disputar à esquerda os valores, ideais e as pautas históricas forjadas nas lutas que derrubaram a ditadura. Essa incapacidade, aos poucos, abriu um vácuo enorme entre nós e os movimentos sociais, organizados historicamente pelo campo progressista.

3. Já há algum tempo, temos colocado que o PT tinha uma capacidade limitada dedialogar e organizar os anseios da Juventude:

“Contudo, uma constatação deve ser feita: a organização e o diálogo com a juventude nunca foi uma prioridade política para o Partido dos Trabalhadores. Essa identificação da juventude com o partido sempre esteve presente pelo caráter transformador da sociedade que o PT representa e pelo seu ineditismo com expressão política de esquerda no Brasil. Também pela sua forte inserção nos mais diferentes movimentossociais, ou seja, os jovens se identificam com nosso Partido em razão do seu programa geral e não porque o Partido tenha uma política voltada para a disputa deste setor. Se levarmos o problema de organização da juventude para nossaintervenção nos movimentos juvenis, a situação é aquém da capacidade demobilização real do PT. Hoje, não conseguimos ocupar em nenhuma das frentes de luta dos movimentos juvenis uma posição de centralidade. Atuamos de maneira fragmentada e, em geral, levando as disputas internas para o seio dos movimentos”

Resolução Concepção e Funcionamento, I Congresso da JPT, maio de

2008.

4. Considerando a nossa presença há mais de 10 anos no Governo Federal, há umagrande geração que não conhece o PT fora da institucionalidade. Associa a ele não maisa transformação, mas sim o status quo. Isso é agravado pela forte ofensiva da mídia natentativa de igualar o PT a demais partidos, em um senso comum despolitizador epotencialmente anti-democrático: “são todos iguais e corruptos”.

5. As manifestações organizadas a partir da pauta do “passe livre” merecem um olhar cuidadoso por parte das pessoas realmente preocupadas com o desenvolvimento dopaís.Para entendermos a sua complexidade, é preciso nos debruçarmos sobre a dinâmica das redes sociais, bem como de novos movimentos sociais, que não se alinham ao nosso tradicional campo democrático e popular. Além disso, há que se considerar atentamente o papel que a grande mídia cumpriu ao optar pela disputa do conteúdo políticos das mobilizações.

6. Longe de vermos o protesto de forma uniforme, houve um forte e rápido giro político e apropriação da pauta por setores organizados da direita. Isso se deu no interior das redes sociais, que possuem um alto poder convocatório.

7. Nela, como todos podem gerar e reproduzir informações, temos uma (falsa) sensação de igualdade e de estarmos falando entre pessoas com as quais confiamos. Afinal, a informação é repassada por vínculos de “amizade”. Contudo, assim como na mídia, há forte possibilidade de manipulação.

8. O que vimos hoje no Brasil é uma explosão de insatisfações com diversos problemas históricos existentes em nosso país. Ela aponta para transformações estruturais no capitalismo brasileiro em todas as esferas de governo, reivindicando mais eficácia no gasto público com transporte público, saúde e educação.

9. Certamente o PT e a esquerda precisam se debruçar sobre a pauta da reforma urbana e apresentar uma proposta que dispute corações e mentes da sociedade. A mobilidade urbana sempre foi pauta prioritária para discussão da esquerda e dos governos municipais do PT, pois está diretamente ligada à qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros. É preciso ousar e enfrentar os verdadeiros cartéis que dominam as concessões de transporte em todo o país.

10. Alçamos uma importante vitória ao conseguirmos sediar a Copa das Confederações e do Mundo. No entanto, apesar das relevantes alterações nas estruturas de algumas cidades, em outras não ficou nítido para a população qual será o legado positivo que o Brasil deixará ao seu povo ao final das competições. É inegável o mal estar sobre os gastos e nós precisamos dar respostas dignas à população.

11.Mesmo com toda a ampliação da participação popular nas instâncias de representação política, afirmadas nas dezenas de conferências e conselhos de políticas públicas criados, não conseguimos, nos nossos dez anos à frente do governo federal,é preciso garantir espaços de vocalização das demandas que se colocam hoje, nas ruas. As manifestações na rua mostram que, embora tenha havido ganhos expressivos, falhamos no essencial: aproximar o cidadão dos processos de tomada de decisão sobre o dinheiro público. O PTprecisa ter papel ativo no interior do governo, na proposição de novos canais de participação democrática, em todos os setores governamentais, antenados com essa juventude que se expressa e se organiza pelas redes sociais, à esquerda e à direita.

12.Não conseguimos atrair para a militância petista essa parcela da juventude e dasociedade que, genuinamente, coloca suas insatisfações e sua crítica contundente ao sistema político e aos partidos. Sabemos que o PT é um dos partidos em que há maior democracia interna. As eleições diretas para nossas direções são prova disso. Mas, após tantas alianças com nossos adversários históricos, caímos na geleia geral da política institucional. E disso se aproveita a elite conservadora, a mídia irresponsável e setores puramente golpistas que, até então subterrâneos, começam a colocar a cabeça para fora. Essa aberração política fez os grupos assumidamente fascistas liderarem a massa contra as bandeiras e camisas de militantes do PT e outros partidos de esquerda, nas manifestações dos últimos dias, em várias capitais brasileiras.

13.Entendemos que, nas próximas semanas, será jogado o futuro do PT como poloagregador daqueles que permanecem em luta contra as injustiças e contra adesigualdade que – mesmo com todos os avanços – ainda permanece em nosso país.

14.Somos chamados nesse momento a resgatar nossa tarefa histórica: a de organizar nossa militância, de protagonizar a organização de um campo político e de construir com as entidades dos movimentos sociais uma agenda de reformas e mudanças populares para o país, passando pelo governo e pelas ruas, onde a verdadeira massa está à espera de respostas concretas.

15.Mais ainda: devemos atuar também no campo simbólico, ideológico, cultural e político. A falta de identificação da juventude com o PT passa por uma questão de cultura política, de formas e métodos do agir e governar. Nossa burocratização, interna e governamental, afasta a geração dos cidadãos conectados e colaborativos. Além de emprego, educação e saúde, o PT deve voltar a despertar utopia.

16.O partido deve fazer um apelo a todos/as entidades, movimentos, sindicatos, artistas, partidos, intelectuais, juristas, religiosos, enfim todos os cidadãos que,independentemente de suas opiniões políticas e ideológicas e, que estão preocupados com o que está acontecendo, se unam em torno da defesa da democracia, da liberdade de expressão e da livre organização das entidades do movimento social.

17.Cabe à atual direção do partido organizar e fazer chegar a todos os seus diretórios, bancadas parlamentares e aos governos municipais, estaduais e federal a seguinte pauta:

● Rearticular o campo democrático e popular pela defesa das conquistas dos governos Lula e Dilma.

● Aprofundar a campanha pela reforma política, com o financiamento público decampanha, retomando o compromisso radical do PT com a participação popular através da atualização de nosso programa participativo com as possibilidades abertas pelas novas tecnologias e difusão das redes eletrônicas.

● Trabalhar pela democratização dos meios de comunicação, ampliando canais deinformação e debate alternativos à mídia conservadora. Enquanto não garantirmos verdadeiramente a pluralidade de fontes de informação, o caráter público das concessões de rádio e TV, e o direito à comunicação do conjunto da população, não superaremos boa parte das fragilidades que nossa democracia mantém.

● Orientar a bancada federal à aprovação urgente de agendas como os 100% do pré-sal para educação.

● Incorporar o direito à mobilidade no Estatuto de Juventude, indicando paraimplementação do passe livre para juventude no transporte público.

● Dotar o país de uma malha de ciclovias e meios de transportes limpos, que permita a mobilidade com respeito ao meio ambiente.

● Cobrar do governo uma demonstração de guinada à esquerda em ações concretas e cobrar ampliação dos canais de diálogos do governo com os movimentos e a condenação pública imediata, da bárbara violência policial contra os manifestantes.

● Promover a desoneração tributária da classe trabalhadora e tributação das grandes fortunas.

● Enfatizar a laicidade do Estado e a defesa dos direitos humanos, bem como a promoção de igualdade entre homens e mulheres, negros e brancos e a garantia dos direitos da população LGBT. Podemos observar que esses são temas caros à juventude, que compõe parcela expressiva desses movimentos e se frustra quando vê suas reivindicações por cidadania e dignidade serem subordinadas aos caprichos dos setores conservadores que, desde a base do nosso governo, não encontram limites para buscar avançar sua agenda, à revelia do sentimento da nossa sociedade, inclusive.

18. Assim, conclamamos a direção do PT a organizar sua militância a lutar pelo legado

histórico que construímos nos últimos 33 anos. Não deixemos, por pura inoperância,setores historicamente conservadores retomarem o poder.

Em defesa das ruas, do povo e da nossa história.

FACEBOOK, 20 a 24 de Junho de 2013.

Assinam:

1.

Ademário Sousa Costa Vice-presidente da UNE 2001-2003. Diretório Estadual do PT da Bahia.

2.

Adriano Oliveira – vice-presidente da UNE 99/01 e SNJ 2000/01

3.

Afonso Tiago – JPT do PT Fortaleza de 2003 a 2004, e Sec. Juventude da Pref. de Fortaleza de2005 a 2012.

4.

Alex Piero, ex-conselheiro do Conselho Nacional de Juventude pela Pastoral da Juventude,atualmente na Secretaria Municipal de Cultura, São Paulo.

5.

Allan Rodrigo Alcantara (CA Psicologia 1999-2003, DCE 2001-2002, Psicólogo, ConselheiroRegional de Psicologia 2007-2009, Presidente da Federação das Associações de Moradores doEstado de Santa Catarina, Secretário de Relações Internacionais da Confederação Nacional dasAssociações de Moradores e Secretário Estadual de Formação Política do PT-SC)

6.

Anderson Batata – Foi Diretor da UEE-RJ e Secretário da JPT-RJ de 2001 a 2005

7.

Anderson Cunha Santos, Professor de História das Prefeituras de Contagem e BH, DCE-UFMG(1995-1996), CAHIS-UFMG (1996-1998), Secretaria Geral da FEMEH-1998, Presidente do D.A.FAFICH-UFMG (1998-1999), Coordenador do Setorial LGBT do PT-MG (2011-2012)

8.

Antônio Carlos Freitas, deputado estadual, 2• Vice presidente do PT CE, foi do coletivo estadual da JPT de 2005 a 2007.

9.

Alessandra Dadona, secretária de juventude do PT de SP 2008 -2010

10.

Alessandra Terribili – jornalista, cantora e poetisa – diretora da UNE (2003-2005), DE do PT-SP(2005-2007)

11.

André Rota Sena, Executiva da UNE – 2003-2005,

12.

André Brayner, advogado, foi coordenador do Festival das Juventudes da Prefeitura de Fortalezaem 2010 e 2011

13.

Alexandre Luís Giehl – Coordenação Regional II da FEAB (SC/PR), gestão 1999/2000

14.

Ariane Leitão, coletivo nacional de juventude do PT 2005/2008 e Vereadora suplente do PT/POA.

15.

Bob Calazans – Foi Vice Presidente da AMES de 99 a 2000 e do Coletivo da JPT-RJ, e é membro da Executiva Municipal do PT Rio

16.

Breno Cortella, vereador e presidente da Câmara Municipal de Araras/SP, secretário municipal daJPT 2001/2004.

17.

Bruno Elias – militante do PT, 1º Vicepresidente da UNE 2007/2009, Coordenador de RelaçõesInternacionais da JPT 2009/2011.

18.

Bruno Vanhoni Executiva da UNE 2005/2007; Coletivo Nacional de Juventude do PT

19.

Camila Vieira ( k k ) ENECOS ( 1999 a 2003), DCE UCB (2000 a 2004), Diretório Estadual do PT da Bahia

20.

Carla de Paiva Bezerra, é advogada e gestora, trabalha na SNJ/SG. Foi da DNJPT 2008-2011 eSecretária da JPT-DF 2008-2009 e do DCE UnB 2003-2004.

21.

Carlos Eduardo de Souza- secretário juventude do PT-SC 2002- atual secretário Geral PT Floripa

1.

20. Carlos Eduardo Amaral (Cadu) – ex-coordenador-geral do DCE/UFAL (2006-2007) e ex-diretor da

2.

UNE (2007 – 2009)

22.

Carlos Odas, secretário nacional de juventude do PT (1999/2001), Coordenador do ProjetoJuventude (2004), atual Coordenador de Juventude do GDF

23.

Carlos Henrique Viveiros Santos coordenador da JPT Gov. Valadares 2008 – 2010 e atual Diretorde Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura Municipal de Gov. Valadares, Assessor Diocesano da Pastoral da Juventude.

24.

César Augusto Da Ros, CN – FEAB 97/98, professor do Departamento de Ciências Sociais,professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas ePró-Reitor de Assuntos Estudantis da UFRRJ

25.

Charles Carmo foi diretor do DCE/UFBA e do CARB/UFBA

26.

Clarissa Rihl Jokowski, advogada, Presidenta do Diretório Acadêmico do Direito UCS Gestão 2005

27.

Cleberson Zavaski – CN-FEAB 98-99, Presidente da Associação de Eng. Agronomos do DF e PTDF

28.

Cledisson Junior diretor da UNE (2009-2011) conselheiro nacional de promoção da igualdade racial

29.

Daniel Feldmann – diretor da une (1999-2001)

30.

Daniela Matos – Diretora de Relações Internacionais da UNE 99/2001

31.

Danilo Chaves – FEAB 1999-2001, vice presidente UEE MG 2003-2004, PT-BH;

32.

Darlan Montenegro Executiva da UNE (1992-95) Professor de Ciência Política – UFRRJ

33.

Débora Cruz, jornalista, ex-JPT e do setorial de TI/PTDF

34.

Débora Mendonça, PT/CE, Coletivo de Mulheres Estadual PT/CE, Militante da Marcha Mundial dasMulheres

35.

David Barros, ex- presidente do Conjuve (2010-2011)

36.

Eduardo Valdoski, jornalista, ex-coordenador de comunicação (2008-10) e secretário nacional-adjunto da JPT (2007-08) e secretário municipal da JPT/SP (2003-05)

37.

Eliana Cacique – Coletivo Estadual da JPT-RJ de 2001 a 2005 e é membro da Executiva Estadualdo PT-RJ.

38.

Elida Miranda, jornalista, Regional ENECOS (2005), CUT- AL e Diretório Estadual do PT/AL

39.

Ellen Machado Rodrigues – Medica Sanitarista, DENEM 2003/2005 , AMERESP 2010/2011

40.

Erika Fernanda Viana – médica, DCE UFPB 2004/2005

41.

Fabiana Malheiros – DCE UFES, PT-ES.

42.

Fabiana Santos – Foi Presidenta do Grêmio Herber de Souza, do CA de Geografia da UGF, do Coletivo da JPT-RJ de 2001 a 2003 e é membro do Diretório Estadual do PT

43.

Fabrício Gomes de França Ambientalista. Tesoureiro Upes (95-97), secretario da JPT Santo André (98-2000). Atualmente Secretário Adjunto da Secretaria de Gestão dos Recursos Naturais deParanapiacaba e Pq Andreense da Prefeitura de Santo André

44.

Fábio Sanchez, sociólogo, ex-secretário nacional adjunto de Economia Solidária (2005-2011).

45.

Felipe Oliveira Lopes Cavalcanti, Médico Sanitarista, DCE UFPB 2004/2005

46.

Fernanda Teixeira – DCE UEMS, Vicepresidente da UEE/MS, JPT, MMM, C.E. Mulheres do PT -MS.

47.

Flávia Azevedo, jornalista, ENECOS, DCE UCB e JPT de 2003 a 2005

48.

Francielly Damas, farmacêutica, membro da Associação AFLORE – Associação Florescendo a Vida de Usuários, Familiares e amigos da Saúde Mental de Campinas

49.

Florentino Júnio, DCE/UnB (2010) e membro do Setorial de Saúde do PT/DF.

50.

Gabriel Ribeiro – Foi Secretário Estadual da JPT/RJ e membro do Coletivo Nacional da JPT de 2005 a 2008.

51.

Gabriela Gilles Ferreira – ABEPSS, JPT, PT-ES.

52.

Giliate Coelho Neto, médico de família e comunidade, coordenador geral da DENEM (2003),

53.

Graziele Rodrigues Duda – ENESSO, DCE UFES, UNE, JPT, PT-ES.

54.

Guido Rezende – radialista e blogueiro ex-diretor da UNE e UCE

55.

Guilherme Floriani – ME Esalq 98 a 2000

56.

Guilherme Guimarães de Azevedo – DCE- UFV (2007 e 2008); Dir. de Movimentos Socias da UEE-MG (2009/2011); 3º Vice-Presidente da UNE (2011/2013)

57.

Humberto de Jesus executiva da Ubes 1997/1999, RI da Une 2001/2003, ex-secretario nacional dejuventude do PT 2003/2004, atual secretario de desenvolvimento social, cidadania e direitos humanos de Olinda.

58.

Ingrid Gerolimich – Foi Coordenadora Geral da AMES-RJ em 2001 e Coordenadora Estadual de Juventude do Governo do Estado do RJ em 2002

59.

Isadora Salomão – Arquiteta e Urbanista, Ex-DCE UFBA e Coletivo de Mulheres do PT-BA

60.

Jacir João Chies, Coordenação Nacional da FEAB 2001/2002.

61.

Jean Tible, assessor da Fundação Friederich Ebert

62.

Jonas Valente – ENECOS, secretário-geral do Sind. dos Jornalistas do DF e militante do PTDF

63.

José Haroldo Thunder- Executiva Nacional de Ciências Sociais (1995-1997), DCE Puc Campinas(1996-1998), PT Votorantim

64.

João Maurício, Executiva Estadual do PT do RJ, UBES 2003

65.

Josué Medeiros – foi 1º vice-presidente da UNE (2005-2007), hoje professor de interpretações doBrasil da UFRJ

66.

João Brandão, UEE RJ (2003 a 2005),DCE da UFRuralRJ (2002 a 2007) Professor de educaçãofísica do Rio de Janeiro

67.

João Paulo Rillo, Deputado Estadual PT-SP, Presidente da UMES de São José do Rio Preto em 1994 e 1995;

68.

João Scaramella – CN FEAB 2002-2003

69.

João Vicente (Caixa d’Água) – Coordenador das Juventudes Metalúrgicas do ABC e da CNM/CUT 1997/1999, hoje membro do Setorial Jurídico do PT/SP e Secretário dos Assuntos Jurídicos e da Cidadania de Franco da Rocha/SP;

70.

João Wilson Damasceno, gestor cultural, foi secretario geral do DCE UFC em 2007/2008

71.

José (Zé)Ricardo Fonseca – Diretor da UNE 2001-2003- PT-DF

72.

Julian Rodrigues , PT-SP (UNE e JPT 1997-2003)

73.

Juliana Terribli, psicóloga, foi dirigente da JPT-SP 2008-2011

74.

Julio Ladeia, vicepresidente UPES 1995/97, ex-membro do Diretório Estadual do PT, militante do PT de São José do Rio Preto, coordenado do CEU Butantã , SP.

75.

Larissa Campos – secretaria adjunta da jpt-mg e DNJPT 2008/2011 1a dirt.de movimentos sociaisda UNE 2007/2009

76.

Léo Bulhões – Coord. Geral Executiva Nacional de Bio 1998-1999, Presidente DCE UFPE 2000-2001, Diretor UNE 2001-2003, atualmente Assessor Especial de Projetos Secretaria de Participação Social – Caruaru – PE.

77.

Karina de Paula (Kakau) – Membro da Executiva Nacional da JPT e Secretária Municipal da JPT de Rio Claro – SP

78.

Leandro Ferreira, Executiva da JPT-SP.

79.

Lívia Manzolillo, jornalista, foi Presidente do DCE UNIFOR de 2003 a 2004.

80.

Louise Caroline, Vicepresidenta da UNE 2005/2007; Vicepresidente do PT/PE

81.

Lourival de Moraes Fidelis, estudante de doutorado, UNICAMP, Bolsista de Estágio doutoral pelaCAPES, Universidade de Córdoba, Espanha

82.

Lucas Cassab Lopes – Dce UFJF 2005-2006, Cahist ufjf 2004-200, coletivo estadual de juventude2006-2008, tesoureiro do pt-jf 2007-2009,

83.

Luciana Mandelli – historiadora – UEE-SP (1999/2003), Col. Nac. JPT (2002/2005) e DR- PT-BA

84.

Marcio Ladeia, publicitário, assessor da CUT, UNE 2005/2007, vereador de São José do Rio Preto 2001/2004, UMES 1996/1999 e UPES 1997/1998 militante do PT.

85.

Marcos Asas – poeta e médico, Conselheiro Nacional de Saúde, presidente do DCE UPE “PauloFreire” 2004/2005, presidente AMERESP 2011/2012, diretor de Saude da ANPG

86.

Orlando Catharino, membro do coletivo estadual da jpt sp em 1991 e 1992

87.

Otávio Antunes – jornalista, Vicepresidente da UBES 1997/1999 PT Campinas

88.

Paulo Navarro – médico Sanitarista, DCE UFPB 2004/2005, presidente da AMERESP 2010/2011

89.

Pedro Gerolimich ex Vice Presidente da UBES 2003/2004 – Diretório Municipal PT/RJ

90.

Pedro Moreira Coordenação regional da feab (2002 e 2003), secretario estadual de juventude doPT/MG 2004 e 2005 e vice presidente de UEE/MG 2004-2005

91.

Pedro Tourinho – Vereador PT Campinas, Médico Sanitarista, professor PUC Campinas,DENEM2005/2006

92.

Pedro Vasconcelos – Ex Secretário da JPT RS 2005 2007. Membro do Coletivo Nacional de Cultura do PT.

93.

Penildon Silva Filho, professor da UFBA. DCE UFBA 1992-1993 e Diretor da UNE 1993-1995

94.

Rafael Barbosa de Moraes (pops), vice-presidente da UNE 2003/2005, secretário nacional dejuventude 2005/2008

95.

Renam Brandão – Secretário da JPT-BA 01/03, Executiva dos Estudantes de CEFETS 97

96.

Rídina Motta Diretora LGBT UNE 2009 /2011

97.

Rodrigo Abel, Secretário nacional de juventude do PT 2000/2003

98.

Rodrigo Campo, ex-Tesoureiro do PT-RS, de 2005 a 2007.

99.

Romeu Morgante, ex presidente da umes santo andre e diretor da ubes 1998/99 umes, 99/2001UBES

100.

Rodrigo Rubinato “Cabelo” – Coordenador da Ames – RJ em 2003, Secretário-geral da FEMEH em2004

101.

Rodrigo Salgado, Professor e Advogado. Ex-coordenador da FENED, Coordenador do DAJMJr

102.

Samuel de Mesquita – Ex-presidente da UENI, Ex-presiidente da ARES, Ex- vice-presidente baixada da UEE/RJ, Ex-presidente do DA de Direito da UNIABEU

103.

Sávio José, vereador PT – Viçosa-MG.

104.

Serena Reis – CN FEAB 2002-2003, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservaçãoda Biodiversidade – ICMBio/MMA

105.

Sérgia Garcia, diretora da UPES gestão 1998, medica formada em Cuba, militante da AssociaçãoMédica Nacional – (AMN-MF)

106.

Sergio Godoy, professor de Relações Internacionais da Fundação Santo André, ex membro docoletivo nacional da JPT, ex Secretário Geral da UPES

107.

Tássia Rabelo – Ex-Presidenta do CA da FGV, Ex-diretora do DCE da UERJ, Ex. Membro daExecutiva Nacional da JPT

108.

Tassio Brito coordenador geral DCE UESC(2007-2009), 2 diretor de RI da UNE(2008-2009, direção nacional da jpt(2008-2011) 3 Vice Presidente da UNE(2009-2011)

109.

Tatiana Oliveira diretora de mulheres da une 2005-2007

110.

Tatiana Zocrato – DCE PUC-MG 2002-2004 , Vice-Presidenta UEE-MG 2004-2009 , SEJPT-MG 2008-2011

111.

Thomás Ferreira CN ABEEF 2003/2004 Coord. Geral DCE/UFV 2005

112.

Ticiana Studart, SNJ PT 2003 a 2005, da secretaria nacional de mulheres do PT de 2005 a 2007, e membro da executiva do PT CE;

113.

Verônica Lima, vereadora de Niterói, executiva da UBES 1997/99

114.

Veronica Maia, advogada, militante da RENAP, foi da SNJ PT de 2005 a 2007.

115.

Vinicius Cascone – FENED, advogado, militante do PT, Campinas/SP

116.

Vinícius de Lima – ex-coordenador nacional de comunicação da JPT e Presidente do DCE daEstácio de Sá – ES (2007), foi membro do Diretório Estadual do PT ES (2008) e do Movimento Não é só uma passagem (2005 – ES)

117.

Vinícius Ghizini, historiador, Secretário Adjunto JPT/Macro Campinas e Secretário Municipal JPT/Americana.

118.

Vinicyus Sousa – Ex – Diretor da executiva estadual da JPT – BA

119.

Wagner Romão, sociólogo, ex-presidente do Diretório Zonal de Pinheiros (São Paulo) – 2005 a 2007.

120.

Wanderson Pimenta, ex- coordenador geral do DCE – UFBA (2012).

121.

Wladia Fernandes, coordenadora LBGTT do PT CE foi da JPT de 2005/09

122.

Wenderson Gasparotto, ex diretor da UEE-SP (1997/2001)

123.

Wesley Francisco, DCE UFV, CA História/UFBA, FEMEH, UNE(2003) Coletivo Nacional LGBT.

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Segue um relato/reflexão de um companheiro petista que está acompanhando de perto as mobilizações em São Paulo. Acho que está correta, temos de aproveitar a mobilização social, a pressão das ruas para acelerar as mudanças do Brasil, e como ele diz “que esse país precisa de mudanças estruturais, só melhorismos (por tão bom que sejam) não são suficientes”.

Primeiro: todos os petistas que conversei (com P maiúsculo), saudaram a volta às ruas das pessoas. Digo pessoas e não povo, porque não é exatamente o POVO que está na rua. Ainda. Em SP ao menos a maioria é classe média, branca. Não desqualifica, não deslegitima, apenas constata.

Segundo: não temos que temer pessoas na rua. O que precisamos é uma resposta política rápida. Os governantes do PT não são da “classe política”, nem preciso aqui falar disso, eles representam um projeto de transformação e quando pessoas saem na rua esse projeto tem que adquirir uma velocidade maior na sua implementação.

Terceiro: Tá um clima estranho no ar sim. Seja nas ruas, seja nas redes, é perceptível a tentativa de enfiar a Dilma nisso a qualquer custo. A Veja, a Globo tentaram nos últimos anos colocar as pessoas a qualquer custo na rua contra corrupção e contra o PT, vão tentar de novo. Em São Paulo, além do relato do Vianna, que é verdade e eu estava no mesmo lugar que ele, posso dizer, não sobra pra ninguém, PT, PSDB, Globo, todos são xingados…

Enfim. Seguimos hablando, mas com certeza o que podemos dizer é que esse país precisa de mudanças estruturais, só melhorismos (por tão bom que sejam) não são suficientes, nem mais justificativa para a SEXTA economia do mundo não dar respostas a questões sociais tão básicas!

E desculpem a franqueza, o PT não sabe o que dizer sobre isso… Espero que consigamos ajudá-lo!

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Carta da filha de Genoino

Miruna, filha do companheiro José Genoino, divulgou uma carta que compartilho aqui. Na minha opinião, de todos os condenados pelo STF, a maior injustiça recaiu sobre ele. Genoino é um homem da política, todos que conviveram com ele no Diretório Nacional do PT quando ele foi presidente (como eu, que era funcionário da Secretaria dos Movimentos Populares), sabe que ele não tratava dos assuntos relacionados as finanças. Assinou sim, de forma solidária os empréstimos feitos pelo PT (e inclusive quitados recentemente), mas não negociou financiamento de outros partidos. Genoino está sendo injustiçado e ele e sua família tem minha solidariedade.

A coragem é o que dá sentido à liberdade

Com essa frase, meu pai, José Genoino Neto, cearense, brasileiro, casado, pai de três filhos, avô de dois netos, explicou-me como estava se sentindo em relação à condenação que hoje, dia 9 de outubro, foi…confirmada.

Uma frase saída do livro que está lendo atualmente e que me levou por um caminho enorme de recordações e de perguntas que realmente não têm resposta.

Lembro-me que quando comecei a ser consciente daquilo que meus pais tinham feito e especialmente sofrido, ao enfrentar a ditadura militar, vinha-me uma pergunta à minha mente: será que se eu vivesse algo assim teria essa mesma coragem de colocar a luta política acima do conforto e do bem estar individual? Teria coragem de enfrentar dor e injustiça em nome da democracia?

Eu não tenho essa resposta, mas relembrar essas perguntas me fez pensar em muitas outras que talvez, em meio a toda essa balbúrdia, merecem ser consideradas…

Você seria perseverante o suficiente para andar todos os dias 14 km pelo sertão do Ceará para poder frequentar uma escola? Teria a coragem suficiente de escrever aos seus pais uma carta de despedida e partir para a selva amazônica buscando construir uma forma de resistência a um regime militar? Conseguiria aguentar torturas frequentes e constantes, como pau de arara, queimaduras, choques e afogamentos sem perder a cabeça e partir para a delação? Encontraria forças para presenciar sua futura companheira de vida e de amor ser torturada na sua frente? E seria perseverante o suficiente ao esperar 5 anos dentro de uma prisão até que o regime político de seu país lhe desse a liberdade?

E sigo…

Você seria corajoso o suficiente para enfrentar eleições nacionais sem nenhuma condição financeira? E não se envergonharia de sacrificar as escassas economias familiares para poder adquirir um terno e assim ser possível exercer seu mandato de deputado federal? E teria coragem de ao longo de 20 anos na Câmara dos Deputados defender os homossexuais, o aborto e os menos favorecidos? E quando todos estivessem desejando estar ao seu lado, e sua posição fosse de destaque, teria a decência e a honra de nunca aceitar nada que não fosse o respeito e o diálogo aberto?

Meu pai teve coragem de fazer tudo isso e muito mais. São mais de 40 anos dedicados à luta política. Nunca, jamais para benefício pessoal. Hoje e sempre, empenhado em defender aquilo que acredita e que eu ouvi de sua boca pela primeira vez aos 8 anos de idade quando reclamava de sua ausência: a única coisa que quero, Mimi, é melhorar a vida das pessoas…

Este seu desejo, que tanto me fez e me faz sentir um enorme orgulho de ser filha de quem sou, não foi o suficiente para que meu pai pudesse ter sua trajetória defendida. Não foi o suficiente para que ganhasse o respeito dos meios de comunicação de nosso Brasil, meios esses que deveriam ser olhados através de outras tantas perguntas…

Você teria coragem de assumir como profissão a manipulação de informações e a especulação? Se sentiria feliz, praticamente em êxtase, em poder noticiar a tragédia de um político honrado? Acharia uma excelente ideia congregar 200 pessoas na porta de uma casa familiar em nome de causar um pânico na televisão? Teria coragem de mandar um fotógrafo às portas de um hospital no dia de um político realizar um procedimento cardíaco? Dedicaria suas energias a colocar-se em dia de eleição a falar, com a boca colada na orelha de uma pessoa, sobre o medo a uma prisão que essa mesma pessoa já vivenciou nos piores anos do Brasil?

Pois os meios de comunicação desse nosso país sim tiveram coragem de fazer isso tudo e muito mais.

Hoje, nesse dia tão triste, pode parecer que ganharam, que seus objetivos foram alcançados. Mas ao encontrar-me com meu pai e sua disposição para lutar e se defender, vejo que apenas deram forças para que esse genuíno homem possa continuar sua história de garra, HONESTIDADE e defesa daquilo que sempre acreditou.

Nossa família entra agora em um período de incertezas. Não sabemos o que virá e para que seja possível aguentar o que vem pela frente pedimos encarecidamente o seu apoio. Seja divulgando esse e/ou outros textos que existem em apoio ao meu pai, seja ajudando no cuidado a duas crianças de 4 e 5 anos que idolatram o avô e que talvez tenham que ficar sem sua presença, seja simplesmente mandando uma palavra de carinho. Nesse momento qualquer atitude, qualquer pequeno gesto nos ajuda, nos fortalece e nos alimenta para ajudar meu pai.

Ele lutará até o fim pela defesa de sua inocência. Não ficará de braços cruzados aceitando aquilo que a mídia e alguns setores da política brasileira querem que todos acreditem e, marca de sua trajetória, está muito bem e muito firme neste propósito, o de defesa de sua INOCÊNCIA e de sua HONESTIDADE. Vocês que aqui nos lêem sabem de nossa vida, de nossos princípios e de nossos valores. E sabem que, agora, em um dos momentos mais difíceis de nossa vida, reconhecemos aqui humildemente a ajuda que precisamos de todos, para que possamos seguir em frente.

Com toda minha gratidão, amor e carinho,

Miruna Genoino

09.10.2012

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Vocês devem ter visto no Facebook que estou super engajado na campanha do Gabriel Medina para vereador de SP, bom eu sou militante do PT e sempre faço campanha, mas essa em particular tem um “que” a mais, Gabriel militou comigo e é da mesma geração de militância da minha.

Gabriel Medina tem 30 anos e é psicólogo. Começou a participar da política a partir da cultura, no caso trabalhando no KVA, centro cultural que ficava em Pinheiros, muito identificado com o Forró. Ele foi do movimento estudantil e ajudou a organizar o Fórum Social Mundial.

Foi assessor da ex-vereadora e nossa amiga, Tita Dias, na Câmara Municipal de São Paulo, o que lhe rendeu uma bela experiência no legislativo paulistano. Até o início deste ano, Gabriel esteve na presidência do Conselho Nacional de Juventude, onde teve a oportunidade de ajudar os governos de Lula e Dilma na construção de políticas públicas para os jovens.

A candidatura de Gabriel Medina tem como ponto forte a defesa de uma cidade mais humana, plural, com respeito a diversidade e com participação popular. Uma cidade mais democrática.

Algumas bandeiras tem destaque na campanha, como a do #Busão24h, que propõe o funcionamento noturno do transporte público, ou a #InternetGrátis, que defende a instituição de Internet gratuita nas praças e parques da cidade.

As propostas do Gabriel estão disponíveis no link: http://gabrielmedina13.com.br/propostas-para-sao-paulo/

Tem um monte de gente legal apoiando o Gabriel, como por exemplo: Alceu Valença, Amelinha Teles, Ana Bock, Celso Reeks, Dulce Muniz, Eduardo Suplicy, Fernando Anitelli, Leonardo Sakamoto, Lino Bocchini, Pablo Capilé, Paulo Vannuchi, Sérgio Amadeu, Sérgio Mamberti e Tita Dias. Veja a lista de quem apóia neste link: http://gabrielmedina13.com.br/quem-apoia-gabriel-medina/

 São Paulo merece ter um vereador jovem, de esquerda e comprometido com todas essas propostas. Por estes e muitos outros motivos, eu vou votar em Gabriel Medina e se você ainda não tem candidato, indico o voto nele. O número é 13321. E para prefeito Fernando Haddad 13.

 

Você pode ver mais vídeos da campanha, aqui: http://www.youtube.com/user/ehnoisproducoes13

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Confira a entrevista de Fernando Haddad, pré-candidato do PT à prefeitura de São Paulo.

 

Fernando Haddad – O candidato do PT mira no transporte público e na educação

 A Sergio Lírio

 

O ex-ministro Fernando Haddad está mais longilíneo. E mais confiante. Acredita que as circunstâncias eleitorais o favorecem, embora, no momento, a realidade pareça bastante madrasta. O PT perdeu um tempo precioso na tentativa de fechar um acordo eleitoral com o prefeito Gilberto Kassab, do PSD, que no fim das contas lançou-se aos braços de seu padrinho José Serra. Agora busca tirar o prejuízo e formar um arco de alianças sólido. Para piorar, o partido foi punido pela Justiça Eleitoral e perdeu o horário gratuito no rádio e na tevê do primeiro semestre, uma chance de ouro para apresentar um candidato desconhecido pelos paulistanos. Na única pesquisa de intenção de votos divulgada, Haddad aparece com 3%, menos da metade do peemedebista Gabriel Chalita e há quilômetros de Serra (e seus 30%). “É uma pesquisa de 60 dias atrás”, incomoda-se o ex-ministro. “Vamos ver a próxima rodada”. Depois de um longo período mergulhado em articulações internas, Haddad colocou o bloco na rua. No sábado 14, durante um evento em São Bernardo do Campo, apareceu pela primeira vez ao lado de Lula e Marta Suplicy, fiadores de sua campanha (ainda que a senadora continue a não demonstrar empenho e entusiasmo). E tem intensificado os contatos com os eleitores. Seu principal alvo é a qualidade do transporte público. Segundo o petista, São Paulo vive um “apagão” no setor. Ele promete retomar os investimentos em corredores de ônibus, ampliar a parceria no metrô, desde que o governo estadual aceite estabelecer metas de entrega de estações, e melhorar a engenharia de trânsito. Promete ainda acabar com a taxa de inspeção veicular – e mudar o modelo. “Ela não produziu o efeito desejado. A qualidade do ar não melhorou”. Como ele vê São Paulo daqui a quatro anos, caso ganhe a eleição? “Uma cidade mais humana”.

 

 CartaCapital: O senhor é o candidato do Lula e de um partido, o PT, que costuma ter ao menos 30% dos votos na cidade de São Paulo. Ainda assim, está estacionado na casa dos 3% nas pesquisas. O que acontece?

Fernando Haddad: Você se refere a uma pesquisa de 60 dias atrás, a única feita até o presente momento. A sua obsessão – e a de muita gente – por essa pesquisa me parece imprópria. Vamos aguardar uma nova rodada de pesquisas e verificar a evolução do quadro. Estamos no início do trabalho. É minha estreia em eleições e tenho total confiança: ao tomar conhecimento do nosso projeto, a população da cidade vai apoiá-lo naturalmente.

 

CC: No início das articulações políticas para a sua candidatura, o PT e as forças aliadas parecem ter ignorado a alta probabilidade de o ex-prefeito José Serra participar da disputa. Não foi um erro de estratégia?

FH: Se houve erro não foi da minha parte. Em todas as minhas declarações públicas, sempre deixei claro que, no meu entender, a maior probabilidade era de o Serra participar das eleições. Até porque nos últimos 12 anos ele participou de cinco das seis eleições. O Serra está sem mandato e precisava encontrar uma forma de se reposicionar na vida política.

 

 CC: O senhor elegeu o transporte público como o primeiro mote de sua campanha. O que pretende fazer nessa área?

FH: São Paulo vive um apagão do transporte. É visível. Todas as pesquisas apontam queda na aprovação dos serviços públicos prestados. Há claramente uma falta de investimentos. Em primeiro lugar, os prefeitos posteriores abandonaram os planos em curso durante a gestão da Marta Suplicy. Quando a Marta assumiu, a prefeitura de São Paulo, herdada do Celso Pitta, estava quebrada e tinha um terço do Orçamento atual. Mesmo assim, foram construídos 70 quilômetros de corredores de ônibus. E o que foi feito depois? Outra coisa: a prefeitura colocou dinheiro nas obras do metrô, mas não fez um acordo com o governo estadual para estabelecer metas. Mais dinheiro não tem significado mais estações e linhas. Só tem representado um preço maior por quilômetro construído. Após 18 anos de governo do PSDB no estado, ainda não temos clareza sobre o cronograma de obras do metrô em virtude do constante adiamento daquilo que é prometido.

 

 CC: O senhor manteria os investimentos?

FH: Sim, até me disporia a investir mais no metrô. Mas desde que sejam estabelecidas metas claras. Ainda sobre o transporte: é preciso melhorar a engenharia de trânsito da cidade, completamente abandonada. A CET está sucateada e com baixo contingente para enfrentar os desafios. Nesses anos de inclusão social e maior oferta de crédito, um grande número de cidadãos conseguiu comprar um carro. E a gestão do trânsito não acompanhou essa mudança. Hoje há congestionamento nos bairros no fim de semana, algo que não acontecia. Não há planejamento, não há engenharia, não há duplicação de vias. Para piorar, as panes dos trens da CPTM e do metrô são recorrentes. No caso do metrô, acumulam-se problemas. Houve o horrível acidente da cratera, a acusação de fraudes na licitação, gestores afastados por denúncias. Tudo isso somado à queda nos investimentos em manutenção. Isso é ou não é um apagão?

 

CC: A CPTM e o metrô não são da alçada do prefeito.

FH: Mas e o dinheiro aplicado pela prefeitura, qual é a contrapartida? No mundo moderno, a administração pública se pauta por metas. Tive o privilégio de inaugurar no Ministério da Educação um plano de desenvolvimento com metas quantitativas e qualitativas. Todas cumpridas até o momento.

 

 CC: No ponto em que estamos, não seria preciso tomar medidas mais drásticas? Ampliar o rodízio, por exemplo?

FH: Não são só os brasileiros que compram carro. Nas nações desenvolvidas, o indivíduo tem automóvel, mas usa de maneira parcimoniosa, pois a cidade, o Estado, é capaz de oferecer uma opção de boa qualidade. Políticas restritivas de uso do carro só são implantadas após a oferta de um bom sistema de transporte público. Ampliar as restrições neste momento em São Paulo representaria empurrar mais gente para um sistema saturado por falta de investimentos estaduais e municipais. O que pretendo fazer é melhorar a gestão do trânsito e, simultaneamente, aumentar os investimentos em transporte público. Com metas, transparência, de forma que a sociedade possa acompanhar e fiscalizar.

 

 CC: Como ex-ministro da Educação, quais são seus planos para melhorar o ensino público na cidade?

FH: São Paulo é o estado mais rico da Federação. A renda per capita da cidade é superior àquela da Argentina, do Chile, do Uruguai, do México. Apesar desse dado, o sistema educacional paulista está aquém do de todos esses países. Não faz sentido. A cidade pode se tornar uma referência, mas é preciso investir da creche à pós-graduação. E preciso ter mais vagas em universidades públicas, mais escolas técnicas. O governo federal tem recursos disponíveis. Também necessitamos de mais creches e pré-escolas. E existe um programa federal com dinheiro destinado a São Paulo que a cidade ainda não foi capaz de usar. É questão de disposição para fechar as parcerias, os convênios. Outro ponto: vamos implantar a educação de tempo integral. Vamos estabelecer metas para atingir em quatro anos um determinado porcentual de estudantes em dois turnos.

 

 CC: Como o senhor imagina São Paulo no final de sua gestão, caso ganhe as eleições?

FH: Quero fazer de São Paulo uma cidade mais humana. Uma cidade promove o encontro das pessoas. Ela tem de ser convidativa. O governo Lula melhorou a vida dos brasileiros da porta para dentro. Os brasileiros, e os paulistanos em particular, tiveram acesso a bens e serviços antes proibidos à maioria. O prefeito tinha a responsabilidade de cuidar da porta para fora. Houve um aumento sensacional da arrecadação. O Orçamento é três vezes maior do que há oito anos. O prefeito Gilberto Kassab possui cerca de 5 bilhões de reais para investimentos e não consegue aplicar os recursos. Quando a vida melhora da porta para dentro e não melhora da porta para fora é sinal de que a cidade não cumpre sua função de aproximar os cidadãos. E isso se faz melhorando a iluminação, a mobilidade, a educação, os serviços públicos.

 

CC: Como a prefeitura pode atuar para deixar a cidade menos violenta?

FH: A segurança é uma atribuição do governo estadual, mas a prefeitura pode tomar algumas providências. Uma cidade limpa, iluminada, com calçamento adequado, muro nos terrenos vazios favorece a segurança. Até a melhora do trânsito provoca efeitos positivos. Os arrastões pelas avenidas acontecem por causa dos congestionamentos. Os motoristas, parados, tornam-se presas fáceis dos ladrões. E há a Guarda Civil Metropolitana, desprestigiada na atual gestão. Podemos ter uma combinação de esforços da prefeitura e do governo do estado.

 

 CC: Como resolver o problema da Cracolândia? O senhor é a favor da internação compulsória dos viciados?

FH: Fui um dos primeiros a defender a necessidade de uma política de ocupação da Cracolândia, com força policial, por causa da presença de traficantes e crianças. Mas supunha que a ocupação seria feita de maneira conjugada com a oferta de assistência social e de saúde. Não com o simples intuito de espalhar os viciados pela cidade, como ocorreu. Entendo que a internação compulsória sem a participação do Poder Judiciário é muito temerária. Podemos abrir espaço para práticas das quais vamos nos arrepender no futuro. Ela tem de ser usada com parcimônia, quando se tratar de riscos à vida das pessoas.

 

 CC: O próximo prefeito administrará a cidade durante a Copa do Mundo, um evento fundamental para imagem do Brasil no exterior. Estamos preparados?

FH: Temos todas as condições para nos preparar. A prefeitura tem feito pouco…

 

 CC: O que falta?

FH: Coisas básicas. Falta um plano de sinalização para estrangeiros, por exemplo. Vamos precisar de quem fale uma segunda língua para orientar os turistas. E isso precisa ser planejado já. Faltam praticamente dois anos para o Mundial. Não sabemos se temos estrutura para receber bem a todos os que virão, para que eles voltem à cidade e ao Brasil. Certamente um dos grandes legados da Copa será transformar o País em um lugar mais atrativo para os turistas. Se eles não foram bem tratados, levarão uma imagem deformada dos brasileiros. Não vejo um esforço da prefeitura para preparar a cidade.

 

 CC: Como tornar São Paulo uma cidade ambientalmente mais sustentável?

FH: Existem dois aspectos fundamentais. Avançar na coleta seletiva de lixo é um deles. Estamos estagnados nessa área. Há tecnologias avançadas e experiências internacionais bem-sucedidas e fáceis de ser usadas e reproduzidas. O Brasil aprovou um novo marco regulatório do manejo dos resíduos sólidos. Todos os municípios têm prazo para se adaptar às novas regras. O tempo está correndo.

 

 CC: A prefeita Marta Suplicy ficou marcada pela criação de um imposto destinado a investir na coleta seletiva. Era chamada de “martaxa”. Dá para investir em coleta seletiva sem criar um novo imposto?

FH: Na verdade, o Serra e o Kassab substituíram uma taxa por outra, de pior qualidade, e não fizeram nada para melhorar a coleta de lixo. Mas não dá para ressuscitar taxas ou impostos no Brasil. Veja o caso da CPMF, criada pelo Fernando Henrique Cardoso. O Congresso a extinguiu e assim ficou. Vou além. Pretendo acabar com a taxa de inspeção veicular, pois ela não produziu os efeitos desejados do ponto de vista ambiental.

 

 CC: E como manter a inspeção?

FH: Nos moldes do que se faz no resto do mundo, principalmente nos países desenvolvidos, Não há sentido em fazer inspeção em veículos recém-saídos das concessionárias e ainda dentro do prazo de garantia das fábricas. Se está na garantia, a regulagem do motor para a emissão de poluentes tem de estar contemplada. Além do mais, o paulistano paga a maior alíquota de IPVA do Brasil. Metade dessa arrecadação é repassada ao município. A outra metade é do estado. Vamos atingir 2 bilhões de reais em arrecadação, dez vezes mais do que deveria custar a inspeção veicular de toda a frota. Essa taxa é contraproducente. Por causa dela, boa parte da frota de automóveis da cidade não está licenciada. Outra parte está licenciada fora do município e do estado, pois os motoristas buscam uma maneira de pagar menos impostos. Já a qualidade do ar não melhorou. Diria até que pi

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Recebi a pouco a programação do II Congresso da Juventude do PT. Não pude deixar de me perguntar: qual o sentido deste segundo congresso?

A programação me permite intuir uma resposta: uma mera formalidade para eleger uma nova direção, ou melhor, um/a novo/a secretário/a nacional.

Os comentários que ouço de diversos/as companheiros/as sobre como tem andado o processo do congresso tem sido muito desalentadores, as etapas estaduais, e principalmente, as municipais foram altamente despolitizadas. Não é para menos, diferente do congresso de 2008, não foi criado um clima de debate sobre qual o sentido político-organizativo da Juventude do PT. Não se viu, até agora, teses impressas, artigos publicados. Não há, temas para discussão. E o pior, esta é uma opinião compartilhada por companheiros/as de todas as correntes internas.

Para piorar a situação, parece existir um desinteresse pelo congresso, um processo que teve início com ampla mobilização, parece que chegará a sua etapa nacional com aproximadamente 50% de “quebra” entre a participação da base e a participação dos delegados eleitos. Por quê?

Me recordo que no primeiro congresso haviam discussões calorosas, que polorizavam e politizavam o debate: filiação parcial, PED qualificado, presidente ou secretário, autonomia financeira, autonomia organizativa, paridade de gênero, todos/as que estavam envolvidos no Congresso tinham uma opinião.

Neste segundo, não há temas em discussão, ao menos eles não tem vindo a público. Qual a grande polêmica deste congresso? Qual a tática para disputar a atual geração de jovens?

Estamos no nono ano de nosso governo, um jovem de 20 anos tinha na posse de Lula, em 2003, menos de 12 anos, ou seja, a nova geração de jovens não viveu os anos de resistência ao neoliberalismo, desemprego e desesperança que o governo FHC proporcionou ao país, somos vistos hoje por esta nova geração, em que pese todos os avanços sociais e econômicos, como status quo. Repito, qual a nossa tática para disputar a atual geração de jovens?

Bom, me parece que não estamos muito dispostos a responder tal questão, ou ao menos tentar, pelo menos é o que me parece ao ver a programação de seu congresso nacional, que deverá, ou deveria, reunir o melhor da  militância e dirigentes da JPT. Abaixo a programação completa e alguns comentários em itálico vermelho.

12/11
Dia todo – Recepção das delegações

9h às 19- credenciamento/delegados

10h às 17h – Espaço para reuniões de teses, plenárias auto-organizadas, etc.

19h – Abertura: Nacional e A Internacional Socialista

A Internacional Socialista??? O PT tem por prática manter relações com as diversas famílias da esquerda mundial. Em nosso trabalho internacional na JPT nunca privilegiamos nenhuma das duas principais (IUSY – Social Democracia e FMJD – Juventudes Comunistas), qual o sentido de uma mesa que evoca a Internacional Socialista (ou II Internacional)??? Por que a FMJD não é convidada?

Se vamos trazer algum representante da primavera árabe, principal movimento de massas juvenil no ano, vamos dar a ele 3 minutos???

Mesa:

Rui Falcão (presidente do PT) –  10 min

Valdemir Pascoal (Secretário Nacional de Juventude do PT) – 5 min

Arthur Henrique (Presidente da CUT)

Representantes da JPMDB, UJS, JPPL, JSB, JSPDT – 3 min cada

Clarissa Cunha (Vice-Presidenta da UNE) – 3 min

Severine Macedo (Secretária Nacional de Juventude)  –  3 min

Gabriel Medina (Presidente do Conjuve) – 3 min

Paulo Teixeira (Líder do PT na Câmara) – 5 min

Humberto Costa (Líder do PT no Senado) – 5 min

Representante da IUSY – 3 min

Valter Pomar (secretário-geral do Foro de São Paulo) – 3 min

Representante da “Primavera Árabe” da Tunísia – 3 min

Convidados sem intervenção: Ministros petistas do governo Dilma, Executiva Nacional do PT, deputados federais e senadores do PT, Daniel Iliescu (Presidente da UNE), Carlos Odas, Rodrigo Abel, Humberto de Jesus e Rafael Barbosa “Pops” (ex-secretários nacionais da JPT)

13/11

9h às 19- credenciamento/delegados

10h – Reforma Política, esperança de uma geração.

Mesa:

Henrique Fontana (Presidente da Comissão de Reforma Política da Câmara dos Deputados)

14h – Espaço para organização das teses e outras plenárias livres

16h – Painel “O desenvolvimento que a juventude quer para o Brasil”

Mesa:

Marcio Pochmann (IPEA) – 20 min

Fernando Haddad (MEC) – 20 min

Esther Bemerguy (CDES) – 20 min

Maria do Rosário (SDH) – 20 min

Fernando Anitelli  (Teatro Mágico) – 10 min

Mano GOG (Rapper)– 10 min

“O desenvolvimento que a juventude quer para o Brasil” será integralmente respondido por quem já virou os 30??? Não seriam justamente os jovens petistas que teriam de responder a tal questão???

19h- Debate “O destino das PPJs  é o presente”

Mesa:

Severine Macedo (Secretária Nacional de Juventude) – 10 min

Gabriel Medina (Presidente do Conjuve) – 10 min

Allan Borges (Superintendente de Políticas Públicas de Juventude do Rio de Janeiro) – 10 min

Afonso Tiago (Coordenador de Juventude da Prefeitura de Fortaleza) – 10 min

Gabriel Guimarães (Coordenador da Frente Parlamentar de Juventude da Câmara dos Deputados) – 10 min
Reginaldo Lopes (Deputado Federal) – 10 min
22h – Show das bandas Caco de Cuia e Posto 9

14/11

9h às 12h- credenciamento/delegados

12h às 19h – credenciamento suplentes

10h – Painel “O novo patamar da JPT”

Mesa:

Zé Dirceu (Ex-ministro da Casa Civil) – 20 min

Emir Sader (Sociólogo) – 20 min

Carlos Henrique Árabe (Economista e membro da CEN) – 20 min

Valdemir Pascoal (Secretário Nacional de Juventude do PT) – 10 min

Carlos Odas (Representante dos ex-secretários nacionais da JPT) – 10 min

O chamado “O novo patamar da JPT”, que me parece que seria discussão sobre a organização dos jovens petistas, será uma discussão sobre qualquer coisa, menos “O novo patamar da JPT”. Todos os convidados teriam muito a contribuir com o debate da juventude, mas não nesta mesa.

 

Zé Dirceu, produziu no Instituto Cidadania, no final da década de 90, um estudo sobre reforma política, faria muito mais sentido estar na mesa sobre reforma política.

 

Emir Sader, é um baita analista da conjuntura, deveria estar numa mesa que discute a conjuntura.

 

Carlos Henrique Árabe, é secretário nacional de Formação Política e coordenador da Escola Nacional, deveria estar numa mesa dedicada a este tema.

 

Talvez os dois que façam sentido nesta mesa, sejam os companheiros Valdemir Paschoal, para fazer um balanço sobre a  construção da JPT entre o primeiro e segundo congresso, e Carlão, para buscar o fio histórico na evolução da JPT na última década.

14h – Debate “Os movimentos e as mobilizações da juventude brasileira”

Mesa:

Selma Rocha (FPA) – 20 min

Rosana Souza (Secretária de Juventude da CUT) – – 20 min

Gabriel Landi (GT de Reforma Política da UNE) – – 10 min

Marcha Mundial das Mulheres – 10 min

Representante da “Marcha da Liberdade”– 10 min

Representante da JN13 – 10 min

Representante da Juventude LGBT do PT– 10 min

A companheira Selma Rocha faria todo o sentido na mesma mesa sobre formação e a Escola Nacional, na qual deveria estar o companheiro Carlos Henrique Árabe.

17h –  Concepção e funcionamento da JPT

Mesa:

Representantes das teses – 10 min cada

18h – Grupos de Discussão

Há alguns instantes do jantar, o único momento de grupos de discusssão deverão produzir uma discussão apetitosa.

15/11

9h – Aprovação das resoluções do II ConJPT (regimento, programa político etc)

13h – Defesa de candidaturas

14h – Eleição da nova direção e secretário/a nacional da JPT

Enfim, o momento esperado por todos! E a partir daí é aguardar 2013, pra ver se a JPT resolve discutir aquilo que deveria estar a altura da juventude do maior partido de esquerda da América Latina.

 

 

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