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Archive for the ‘Eleições 2010’ Category

Já tratei do tema do voto aos 16 no post “Começa a campanha pelo voto aos 16 anos do TSE, conheça alguns materiais já produzidos pela JPT”, onde divulgava alguns materiais que produzi nos anos de 2004 e 2006 para as secretarias nacional e estadual de São Paulo da JPT.

 Em 2010, como coordenador de comunicação da JPT nacional, fui responsável por produzir a nossa campanha, que teve como título “As escolhas da juventude mudam a história”, como era o ano em que apresentávamos a companheira Dilma, como nossa candidata a presidenta, a proposta era falar que foram as opções que ela fez em sua juventude que fizeram com que ela se tornasse a primeira presidenta do Brasil (bom, naquele momento ela ainda não era, mas depois como sabemos acabou sendo).

 Na campanha, executada por uma agência do Rio Grande do Sul (que por esquecimento vou ficar devendo os devidos créditos), usamos como personagens figuras históricas, que em sua juventude fizeram opções que mudaram os rumos da história, foram eles: Che Guevara, Pagú, Chico Mendes e Zumbi dos Palmares.

 Produzimos panfletos, com as quatro personagens, adesivos e cartazes. Fizemos um hot site e atuamos nas redes sociais. Foi uma campanha interessante. Mas ficou faltando o vídeo, que o PT não topou pagar (ta aí a importância da gestão financeira autônoma da juventude).

 

Aqui estão disponíveis os materiais daquela campanha, fico devendo os arquivos abertos, para quem quisesse trabalhar com eles, mas infelizmente não tenho no meu computador.

 

Adesivo

Cartazes (baixa)

Cartazes (alta)

Folder (baixa)

Folder (alta)

Volante (baixa)

Volante (alta)

 

Aproveito e publico as orientações que divulgamos para a militância organizar a campanha:

 

Orientações para organizar a campanha no seu estado ou sua cidade

 

Aqui estão reunidas algumas sugestões de como construir as ações da campanha. É fundamental que as JPTs estaduais, além de socializar com os municípios os materiais enviados pela nacional, produzir materiais próprios, sempre utilizando a marca nacional. Isso é importante para que a campanha tenha mais capilaridade e para que os estados possam divulgar seus contatos (telefone, e-mail, endereço, blog etc).

 

Será também tarefa das estaduais estimular a realização de agendas nos municípios, essas atividades poderão ser:

 

• Atos de lançamento da campanha: os atos podem ser atividades de rua ou reuniões/plenárias onde a JPT local defina um calendário de atividades e ações

 

• Realização de atividades em escolas de ensino médio: a primeira fase da campanha é direcionada aos jovens que tem 16 e 17 anos, o principal ponto de concentração nesta faixa de jovens, são escolas de Ensino Médio, portanto, este é um espaço privilegiado para realizar panfletagens

 

 

• Panfletagens e atos em pontos estratégicos e de concentração de jovens: além das escolas, em toda cidade há praças e/ou pontos de encontro dos jovens. Estes locais devem ser mapeados e alvo de atividades da campanha. Estas atividades, sempre que possível, devem ser agregadas a atividades culturais, tais como teatro, hip-hop, grafitagem, música etc

 

• Inserções em rádios: um dos materiais de campanha da JPT serão as inserções para rádio, mapear e distribuir os arquivos de áudio para as rádios comunitárias são uma boa forma de difundir a campanha para um número maior de pessoas.

 

 

• Disseminação na Internet: a campanha terá grande fluxo e materiais para Internet, os boletins eletrônicos, distribuídos pela nacional, podem ser adaptados para que as estaduais e municipais possam agregar informações, tais como mobilizações locais e/ou contatos.

 

• Relação com os movimentos juvenis e com os Cartórios Eleitorais: Outra ação que devemos estimular é a partir de nossa presença nos movimentos sociais, particularmente Grêmios e Uniões Municipais de Estudantes Secundaristas, que podem procurar os cartórios eleitorais e buscar a realização de parcerias, que levem os funcionários para dentro das escolas. Essa iniciativa pode ser realizada também nos bairros ou em locais de concentração de jovens, tais como Centros de Referência de Juventude e/ou telecentros.

 

• Cadastro de simpatizantes: Como nossa ação prevê além do alistamento eleitoral, o diálogo à participação e o convencimento à filiação no PT, deve ser parte de nossas atividades da campanha pelo voto aos 16 anos, o recolhimento dos contatos dos jovens. Nas panfletagens que realizarmos, devemos sempre estar munidos de fichas de cadastro para pegar o nome, telefone e e-mail. Essa ação é fundamental para o momento seguinte de filiação, sem o contato não temos como convidar para uma reunião ou outra atividade futura.

 

• Fotos e vídeos: É muito importante também o registro destas atividades, para avaliação e divulgação posterior. Portanto, é sempre bom levar uma câmera fotográfica nas atividades, além de tirar fotos e possível gravar vídeos com a galera em ação e com depoimentos dos jovens.

 

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Participei na última quinta e sexta do seminário internacional “Ciberativismo Político: novas práticas, linguagens e experiências na região” promovido pela Fundação Friedrich Ebert (FES) e pela Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (Flacso), ambas da Argentina.

 

Com convidados do Chile, Colômbia, Uruguai e Brasil o evento discutiu as experiências sobre intervenção na rede de organizações, partidos e campanhas políticas. Falei sobre minha experiência na campanha da Dilma no ano passado, devo agradecer inclusive ao companheiro Marcelo Branco que me repassou material valioso.

 

Me chamou a atenção, dentre outras coisas a exposição de Maria Esperanza Casullo, sobre a blogosfera na Argentina, é curioso ver que, assim como no Brasil, onde pipocam encontros de blogueiros por todo o país, na Argentina tem se desenvolvido uma imprensa de opinião alternativa através de blogs. Casullo mantém o blog La Barbárie e colabora com outro chamado Artepolitica.

 

Gostei muito também da apresentação de Andréa Apolaro, das Redes Frenteamplistas do Uruguai. Apolaro apresentou um vídeo no qual expõe como se deu a construção da maior bandeira da Frente Ampla, durante a campanha no Uruguai. Conhecido como banderazo a mobilização, construída a partir da Internet, percorreu todo o país. Ela contou, entre outras coisas, como foi difícil a relação com a direção do partido, que não compreendia como, onde e porque havia surgido aquela mobilização. O vídeo está abaixo e vale a pena assistir.


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Na edição número 90, de novembro/dezembro, a revistaTeoria e Debate, traz o artigo “A nova dialética da vida política” do professor Juarez Guimarães sobre os desafios do governo Dilma. Para ele, a principal questão a ser enfrentada é o aprofundamento da vida democrática no país, pois “só ela pode legitimar, unificar a base social, abrir caminho e estabilizar institucionalmente as conquistas macroeconômicas e macrossociais”.

Juarez aponta três agendas para o aprofundamento da democracia: a reforma política, a Consolidação das Leis Sociais (com a institucionalização de programas e instrumentos de participação e controle social) e o combate a corrupção e ao patrimonialismo no Estado brasileiro.

O texto é uma leitura importante para a disputa de rumos do novo governo.

Baixe o PDF do texto aqui: A nova dialética da vida política


“Se as eleições de 2002 marcaram o fim do domínio neoliberal do governo no país, se as eleições de 2006 confirmaram a transição para um novo modelo de desenvolvimento econômico baseado na inclusão social, as eleições de 2010 parecem anunciar, colocar como desafio central, o avanço na democratização do poder no país. É a esse processo de democratização do poder político no país, com suas dimensões sociais, econômicas e culturais, que chamamos processo de revolução democrática. Isto é, uma dinâmica que combina transformações mais largas e estruturantes na vida do país”.


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Pouco antes do primeiro turno das eleições deste ano, diversos analistas políticos apostavam que o PT elegeria a maior bancada para a Câmara dos Deputados (o que de fato ocorreu), a diferença está nos números que se apresentaram quando as urnas foram abertas.

Especulava-se que o PT poderia eleger entre 100 e 110 deputados federais, número muito superior aos 88 deputados eleitos de fato.

Estudo de Antônio Augusto Queiroz, diretor de documentação do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), demonstra que as previsões dos analistas não estavam tão equivocadas como parecem. O estudo, realizado a partir da votação nominal e na legenda dos partidos, aponta que as coligações proporcionais foram fundamentais para deprimir a bancada do PT e de outros grandes partidos.

No caso do Partido dos Trabalhadores, sem as coligações proporcionais, teriam sido eleitos 108 deputados federais, ou seja, 20 a mais do que os 88 que tomarão posse em 2011.

Isso demonstra que a discussão sobre coligações nas eleições proporcionais, deve ser tema obrigatório no debate sobre a reforma política.

Em minha opinião, as coligações proporcionais devem deixar de existir, se por um lado é importante a constituição de alianças para a disputa dos cargos do executivo, ela não se justifica nas eleições parlamentares. Se para o executivo as coligações representam a reunião de forças em torno de um projeto, para a Câmara dos Deputados deve ser a expressão do peso político de cada partido.

Um dos desafios que temos no Brasil é de fortalecer os partidos, que eles sejam de fato a expressão de programas e de determinada visão de país e do mundo. Para tanto é necessário enfrentar os mecanismos que permitem ter dezenas de legendas de aluguel e fisiológicas. Um desses mecanismos são as coligações proporcionais.

 

Confira aqui o estudo do DIAP

 

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O governo federal lançou em 2008 o programa Territórios da Cidadania, ele consiste em levar aos municípios rurais, de forma integrada, um conjunto de ações que promovam o desenvolvimento econômico e social das regiões mais pobres do país.

Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, o programa reúne políticas de 21 outros ministérios. Atualmente, 1852 municípios fazem parte dos 120 Territórios da Cidadania, beneficiando 42,4 milhões de brasileiros.

Este é um exemplo de política do governo Lula que tem mudado a vida concreta de milhões de brasileiros, gerando oportunidades e combatendo a desigualdade social. Foi pela continuidade e aprofundamento de ações como os Territórios da Cidadania, que a ampla maioria do povo brasileiro votou nestas eleições.

Confira o vídeo de balanço do Programa Territórios da Cidadania

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No www.pt-sp.org.br haverá transmissão AO VIVO. Para comentar, utilize a tag #SouMarinaVotoDilma

O evento “Votei em Marina, Agora sou Dilma” será às 19h, no Studio 184, na Praça Roosevelt – próximo ao metrô República.

Nesta terça-feira (26), às 18h30, será realizado em São Paulo o Ato pró-Dilma em defesa da “Juventude, Desenvolvimento e Sustentabilidade”.

No evento, jovens lideranças que votaram e organizaram a campanha de Marina Silva Presidente irão declarar seu apoio a Dilma Rousseff neste segundo turno.

Entre os presentes estará Ângela Mendes, filha do seringueiro, Chico Mendes, e que no primeiro turno apoiou Marina.

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Emir Sader, eleito suplente de senador na chapa de Lindberg Farias, pelo PT/RJ, tem sido nos últimos anos, um dos militantes mais aguerridos na defesa do projeto do governo representado pelo governo Lula e por Dilma nestas eleições. Sem deixar de fazer as críticas aquilo que é necessário, Emir, com grande lucidez, sabe que é preciso ter lado, ainda mais nesta reta final das eleiçòes.

Nesta perspectiva, publicou em seu blog na Agência Carta Maior, 10 ações que devemos fazer nestes últimos dias de campanha. Confira

 

10 coisas que devemos fazer para garantir a vitória da Dilma

1. Conversar com quem não pretende votar nela, argumentar sobre as razões pelas quais você vai votar, ouvir as razões do voto da pessoa e contra argumentar.

2. Sair com plásticos, bandeiras, bottons, tudo o que identifique nosso voto.

3. Acionar redes de internet com freqüência, reenviar mensagens, responder outras, escrever e mandar – em suma, fazer circular ao máximo as mensagens que acredita que possam favorecer o voto na Dilma.

4. Denunciar sistematicamente, multiplicando pelos endereços já existentes, a rede de calúnias que a direita continua a fazer circular.

5. Fazer circular especificamente as declarações da Dilma e do Lula.

6. Tomar a iniciativa de marcar atividades – seja com grupos de propaganda nas ruas, seja em debates nos setores onde exista certo número de indecisos, de gente que pensa votar em branco ou passível de ser convencido do voto pela Dilma.

7. Fazer campanha sistematicamente para que as pessoas votem, só viajando depois de fazê-lo, caso pensem viajar.

8. Ir votar, se possível, com algo de vermelho na roupa.

9. Reiterar a necessidade dos eleitores terem que levar algum documento com foto.

10. Não nos fiarmos nas expectativas geradas pelas pesquisas e disputar votos até o último momento, para garantirmos a vitória da Dilma.

 

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