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Archive for agosto \27\UTC 2010

No post Juventude na Campanha: Agnelo lança material específico e Jaques Wagner 13 propostas já havíamos destacado que a presença do tema juventude tem sido grande nestas eleições, se ainda pode não ser como a nossa militância deseja, é, sem dúvida, superior às anteriores.

Uma das marcas da presença da juventude nestas eleições é a quantidade de blogs e sites de nossos candidatos. Se na campanha nacional de Dilma, temos o www.galeradadilma.com.br em vários estados os candidatos majoritários e proporcionais estão na rede com publicações voltadas aos jovens. Veja abaixo alguns dos que encontramos:

BA (Jaques Wagner): www.souwagner13.com.br/juventude

PA (Ana Júlia): www.juventudeacelera.com.br

RS (Tarso Genro): www.rsdagalera.com.br

DF (Agnelo Queiroz): www.galeradoagnelo.com.br

MG (Hélio Costa e Patrus Ananias): http://www.heliopatrus15.com.br/blog e http://juventudeporminas.com.br/
PR (Glesi):
http://juventudepr.blogspot.com/

MS (Zeca do PT): http://www.juventudezeca.com.br/

Se no seu estado já tem um site ou blog da campanha de juventude, coloque nos comentários para divulgarmos.

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A juventude tem forte presença na campanha da governadora Ana Júlia, mostra disso são o site de juventude da campanha (http://www.juventudeacelera.com.br/) e o programa de TV que destaca a criação de empregos, em especial para os jovens. Veja abaixo o post e o vídeo do programa de TV:

Na campanha de TV, só dá juventude

A governadora Ana Júlia sabe que sem uma política para os jovens não se pode levar á sério um projeto de desenvolvimento para o estado.

Por isso, a juventude é um tema central no programa de governo e na campanha, não como um gueto e sim como parte de uma estratégia global de crescimento, como você pode conferir abaixo, no vídeo do terceiro programa de TV, exibido ontem à noite:

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As organizações da sociedade civil que fazem parte do Conselho Nacional de Juventude estão lançando a segunda edição do Pacto pela Juventude, o primeiro foi lançado nas eleições de 2008.

Distribuídos em 12 eixos, o Pacto tem como objetivo comprometer as candidaturas ao executivo e legislativo com políticas voltadas aos jovens brasileiros.

Para divulgar o Pacto já está no ar o blog: http://pactopelajuventude.wordpress.com. Nele, além de acessar o próprio texto do Pacto é possível ter acesso ao passo-a-passo de como realizar uma atividade e os materiais de divulgação. No blog, ainda será divulgado o conjunto de atividades realizadas.

Baixe aqui o Pacto pela Juventude 2010

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Uma coisa bacana que vem ganhando força nas últimas campanhas, em especial a partir de 2008, quando a Juventude do PT realizou a I Caravana Nacional, é a visibilidade ao tema juventude.

Hoje é quase natural ter um programa de governo e materiais de campanha específicos dirigidos para os jovens. Me lembro, que em 2000, na eleição municipal em São Paulo, que conduziu Marta Suplicy ao Palácio das Indústrias, foi um verdadeiro parto, precisou muita briga para fazermos um panfleto específico de juventude.

Ainda bem que nossa organização fez os tempos mudarem.

Baixe aqui o panfleto de juventude da campanha do Distrito Federal de Agnelo Queiroz governador e confira abaixo as 13 propostas de Jaques Wagner à reeleição na Bahia, aliás, já aproveito para divulgar o lançamento deles no dia 17 de agosto, a partir das 17h, na Boate Madre (Av. Otávio Mangabeira, 2471 – Pituba – Salvador). A campanha de Jaques tem inclusive um hot site de juventude, o endereço é http://www.souwagner13.com.br/juventude.

E se tiver outros materiais de juventude mande para eu divulgar aqui no blog eduardo@jpt.org.br.

Acreditar no jovem é investir na Bahia

Mais do que um lema este foi um desafio e um objetivo para o Governo Wagner. Os jovens, de 15 a 29 anos, representam 30% da população baiana – mais de 4 milhões de pessoas; e é justamente nesta camada que está armazenada a energia necessária para a mudança da nossa realidade. Então, seja por seu tamanho demográfico, seja pela sua capacidade transformadora, a juventude deve ser protagonista do projeto de desenvolvimento da Bahia!

Superar este desafio não foi fácil. Até 2007, a juventude era invisível aos olhos dos governos estaduais. Pouco investimento em Educação e Qualificação, elevação dos índices de desemprego, abandono do Esporte e descaso com a Cultura levaram nosso estado a ocupar a 18ª posição no índice de Desenvolvimento Juvenil da Unesco (2006). Ou seja, a Bahia tinha uma das piores realidades para os jovens dentre os 27 estados brasileiros analisados!

Com Wagner, as coisas começaram a mudar. Primeiro, com a convocação da Conferência de Juventude da Bahia, que mobilizou mais de 50 mil jovens nos 26 territórios de identidade, e consolidou junto às novas gerações de baianos um novo padrão de cidadania e protagonismo. Em seguida, com a criação e posse do Conselho Estadual de Juventude, espaço institucional de diálogo e participação que reúne governo, sociedade civil e a diversidade das juventudes baianas. E, por fim, com lançamento do TRILHA, maior programa de juventude do país, que beneficiará mais de 70 mil jovens e investirá 170 milhões de reais até 2011.

Se somarmos a estas ações a implementação da Educação Profissional (mais de 40 mil novas vagas até 2010) e a recuperação econômica da Bahia (mais de 212 mil novos empregos em três anos), fica muito claro que para o Governo Wagner juventude não é um problema, mas sim parte da solução; os jovens não são caso de polícia, mas sim de política pública; e que a construção de uma nova Bahia exige mais direitos e mais oportunidades para a juventude!

Conheça 13 propostas de Wagner e saiba porque a Bahia vai seguir em frente!

1. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: criar centros tecnológicos em todos os municípios com mais de 30 mil habitantes;

2. UNIVERSIDADE PARA TODOS: ampliar o acesso e a permanência à universidade, com a construção de restaurantes, postos de saúde, creches e residências estudantis nas universidades estaduais;

3. BOLSA JOVEM: elevar a permanência dos jovens nos processos de escolarização, combatendo a precarização do trabalho e a entrada precoce da juventude do mercado (Agenda do Trabalho Decente);

4. TRILHA: duplicar o número de jovens em processo de qualificação profissional, elevando a qualidade dos cursos e atualizando seus currículos às realidades regionais e oportunidades de desenvolvimento (PAC, Copa do Mundo, Olimpíadas, etc);

5. GERAL NA COPA: inserir a juventude nos preparativos da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, gerando mais empregos, mais disponibilidade de equipamentos públicos e mais incentivos ao esporte;

6. PRAÇA DA JUVENTUDE: construir novos equipamentos, especialmente nas cidades do interior baiano, levando novas opções de Lazer, Esporte e Cultura às comunidades;
7. CRJ: construir Centros de Referência da Juventude nos municípios com mais de 30 mil habitantes, reunindo em um só equipamento atividades de qualificação, cultura, saúde e lazer para os jovens.

8. CONEXÃO JOVEM: democratizar o acesso à internet, disponibilizando a Banda Larga também nas escolas e no meio rural;

9. PONTOS DE CULTURA: criar pontos de cultura em todos os municípios com mais de 30 habitantes;

10. PROGRAMA JOVEM MULHER: implementar políticas de educação sexual e planejamento familiar; e oferecer atendimento específico e humanizado de redução de danos às jovens mulheres na rede pública de saúde;

11. JOVEM GERA AÇÃO: fortalecimento institucional das políticas públicas de juventude, com a criação da Secretaria e consolidação da Conferência, Conselho e Plano Estadual de Juventude.

12. LIVRE PARA VIVER: combater o crack com eficiência, prevenção e apoio aos jovens.

13. PRONASCI: promover a cidadania e a prevenção da violência, ampliando a formação nas áreas de Direitos Humanos e inserindo estratégias de Mediação de Conflitos

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Depois de um grande ato na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, e atividades em dezenas de cidades no país, que marcaram o Dia Nacional de Mobilização, no dia 7 de agosto, a prioridade agora é o trabalho em torno da construção dos Comitês de Juventude pró-Dilma nas universidades, escolas e bairros.

Esta será a principal ação do Comitê Nacional de Juventude nos próximos dias. Para isso, já estão nos estados cartilhas com 13 dicas e foi ao ar ontem um vídeo animação. A meta é constituir ao menos um comitê em cada cidade pólo do país.

A construção dos Comitês de Juventude tem um sentindo mais profundo do que a disputa eleitoral em si só. Como diz o texto da cartilha:

“Queremos os jovens mais participativos do que nunca (…) nossa proposta é mobilizar milhares de jovens. E ao final, ter mais pessoas organizadas para cursos de formação política, debates e atividades nas ruas, nas escolas, nas universidades e nas suas comunidades (…) os Comitês de Juventude serão a base de organização da nossa campanha e um importante ponto de sustentação do nosso futuro governo”.

Abaixo você confere o vídeo e baixe a cartilha com as 13 Dicas.

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Reproduzo abaixo, artigo da amiga e companheira Alessandra Terribili, ele trata da absurda reportagem exibida ontem no Fantástico da Rede Globo. Durante a exibição soltei um ou dois tweets reclamando da matéria. Alê sistematiza neste texto minha indignação.

Convido também para conhecer o blog dela, o Blog Terribili.

Aborto no “Fantástico”: sensacionalismo e superficialidade

Por Alessandra Terribili

O “Fantástico” de ontem (01/08) exibiu uma péssima reportagem sobre a prática clandestina de aborto no Brasil. Sem pé nem cabeça, a matéria serviu mais pra alimentar a desinformação do que contribuir para um debate tão importante. Muitos aspectos foram deixados de lado e, para garantir seu posicionamento de propaganda antilegalização do aborto, a reportagem tornou-se um imenso emaranhado de informações que não se relacionaram entre si.

Diante de um problema de enorme complexidade, o programa resolveu abordar apenas a ponta do iceberg: a existência de clínicas clandestinas no Rio, em Salvador, em Belém; e a venda de Citotec no “mercado paralelo”. Com câmeras escondidas, adentrou as clínicas, questionou médicos(as) e atendentes sobre o procedimento, sobre o número de abortos realizados por mês, sobre riscos e preço. Exibiu rostos e nomes de médicos(as) e pessoas que trabalham nesses locais. Nenhuma mulher foi entrevistada – apenas uma que fez uso de Citotec há um mês.

A reportagem optou por não relacionar nitidamente dados expostos por ela mesma: de um lado, as clínicas existem, e as mulheres procuram por elas. Há riscos importantes para a mulher, provenientes das condições inseguras em que o aborto é realizado nesses locais. De outro lado, pesquisa realizada pela Universidade de Brasília aponta que uma em cada cinco mulheres, aos 40 anos, já fez aborto; e que a mulher que faz aborto no Brasil é absolutamente normal: tem religião, é trabalhadora, às vezes é casada, às vezes já até tem filhos. Poderia ser vizinha, prima, amiga, irmã, colega de qualquer telespectador(a) do “Fantástico”.

Nenhuma palavra sobre o fato de ser exatamente a criminalização que gera essa clandestinidade e, por consequência, os riscos aos quais as mulheres estão expostas. A não legalização as leva a buscarem métodos caseiros improvisados e clínicas clandestinas sem nenhuma condição de higiene e segurança. Ambas as “alternativas” submetem essas mulheres à possibilidade de prisão, de sofrer sequelas profundas ou mesmo de morrer. Muitas acabam no SUS, para finalizar o procedimento mal feito, e são tratadas com crueldade por médicos e enfermeiros. Porém, certamente, há clínicas clandestinas bem equipadas, onde o aborto pode ser realizado com segurança e higiene. A essas, somente tem acesso quem pode pagar caro. Isso significa que a criminalização do aborto no Brasil é uma hipocrisia tão grande que condena aos riscos mencionados especialmente as mulheres mais pobres. Disso, a reportagem não tratou.

Uma reportagem, no mínimo, razoável, daria mais espaço à antropóloga da UnB que dissertou sobre os resultados da pesquisa mencionada do que os míseros 30 segundos a que ela teve direito; e com edição menos “malandra”. A reportagem poderia ter falado da experiência de países que têm o aborto legalizado (por exemplo, mostrar que é fantasiosa a ideia de que a prática de aborto aumenta com a legalização) ou das diferenças que há entre um aborto realizado com segurança e outro, o clandestino.

A responsabilidade por evitar uma gravidez indesejada é integralmente da mulher: é ela quem deve tomar pílulas anticoncepcionais; é ela quem tem dificuldade de negociar com seu parceiro o uso da camisinha; são dela todos os ônus de eventuais falhas de métodos contraceptivos; é dela a vida que mais muda com o nascimento de uma criança, muitas vezes, sem pai. Apenas uma coisa não é dela: o direito de escolher levar a cabo ou não uma gravidez. A matéria também não falou disso.

Ou seja: a resportagem do “Fantástico” tratou a questão do aborto com superficialidade, sensacionalismo e preconceito. Falou do tema como se as mulheres que sofrem essas consequências fossem vítimas de profissionais mal-intencionados, e não da hipocrisia e do anacronismo. Se o aborto fosse legalizado, não haveria mercado clandestino. Aquelas que têm religião e crença poderiam segui-las livremente. Aquelas que optam por interromper sua gestação, também teriam liberdade.

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